quinta-feira, 24 de junho de 2010

SIMBIOSE PÁSSARO CONVERSA COM A PLANTA

Planta "rosto de um homem"
Simbiose é uma relação mutuamente vantajosa
entre dois ou mais organismos vivos de espécies diferentes

cosmo.uol.com.br

LUMINÁRIA ACENDE COM TERRA ÚMIDA


Como você acende luminária da foto? Jogue água nela! Não, ela não vai explodir e você não vai ter perigo de tomar um choque.

Dentro dessa luminária existem células com terra úmida, onde microorganismos produzem eletricidade suficiente para mantê-la acessa. Também há cobre e zinco para conduzir a corrente gerada. Segundo o inventor, Marieke Staps, não é preciso muita água na lâmpada, que funciona com energia “gratuita e amiga do meio ambiente”, como ele define. Ela ainda ajuda a diminuir a conta de luz. PEGN

LÁPIS FEITOS DE PAPEL RECICLÁVEL E A ENBALAGEM USA TINTA À BASE DE SOJA


A loja online australiana Upon a Fold disponibilizou em seu acervo os lápis Stop Global Warming. Os lápis são feitos inteiramente com papel reciclado e a embalagem usa tinta à base de soja. A cartela com cinco unidades custa o equivalente a R$ 15. O produto foi criado pelos designers do estúdio sul-coreano Gongjang, especializado na criação de produtos com pouco impacto ambiental.

A Upon a Fold tem sede em Sidney, na Austrália, e foi fundada pela designer gráfica Justine Fahd. A loja vende produtos de artesanato e de micro e pequenos empresários, inclusive os produtos desenvolvidos pelos proprietários do próprio site.
PEGN

MÓVEIS FEITOS DE PAPELÃO


Os móveis têm cores diferentes e são destaque na decoração. Quem disse que decorar a casa de maneira ecológica implica abrir mão do estilo e do design? A linha criada pelo designer alemão Reinhard Dienes tem estantes e aparadores modernos e coloridos feitos de papelão ondulado. Recortadas e justapostas, as folhas formam estruturas resistentes. As peças são exclusividade da marca Fashion4Home, que vende os produtos pela internet.
A estrutura do sofá é feita de várias folhas de papelão justapostas

Revista Casa e Jardim

MÓVEIS DE ESTRUTURA ALVEOLAR, SOFAS E POLTRONAS DE PAPELÃO

Poltona Bravais

A poltrona Bravais e o sofá Radiolaria fazem parte da gama de móveis de estrutura alveolar, como o favo de mel, que surgiu como parte de um projeto colaborativo entre o designer de móveis Liam Hopkins e o artista Richard Sweeney - do estúdio Lazerian, em Manchester.
A estrutura dos móveis, de papelão ondulado reciclado, foi criada pelo computador e teve como inspiração as formas da natureza. As peças foram lançadas na Interiors 2010, que aconteceu em Birmingham, no Reino Unido, no final de janeiro.
A estrutura do sofá e da poltrona foi cuidadosamente
 planejada no computador
Sofá Radiolaria
O sofá visto de costas

Revista Casa e Jardim

PAPEL PARA ESCRITÓRIOS FEITOS COM PALHA DE TRIGO


Mesmo sendo muito difundido o uso de papel reciclável por empresas e escritórios, a maioria ainda utiliza o obtido da madeira. Para ajudar a poupar os milhões de árvores desmatadas anualmente para obter papel, a empresa Nature's Paper oferece uma alternativa: ela fabrica papel com a palha que sobra na colheita de trigo. As caixas em que o papel é comercializado também vêm da mesma fonte.

Quando o trigo é colhido, geralmente é utilizado apenas o seu grão para produtos como farinha e cereais. As cascas dos grãos e a palha são deixados para trás, quase sempre em decomposição. O que a companhia faz é coletar essas sobras e converter a palha em papel, que não é diferente de um papel A4 comum, como alternativa de sustentabilidade. As cascas dos grãos são utilizadas na produção de um biocombustível orgânico que dá energia para a fábrica e aquece os tanques de água que limpam o papel. O processo de clareamento usa apenas sal e oxigenização, sem usar cloro ou outros químicos.

A Nature's Paper é australiana e possui duas centrais, uma em Brisbane e outra em Melbourne. A empresa atua como fabricante, importadora e revendedora de papéis reciclados e gera 80% da própria energia que utiliza. PEGN

DA IMPRESSORA PARA O BANHEIRO ROLOS DE PAPEL HIGIÊNICO

Quantas folhas de papel você joga fora por dia? Saiba que elas poderiam se transformar em rolos de papel higiênico novinhos para o seu banheiro. Parece
cena de desenho animado, mas é o que promete essa máquina, inventada por cientistas japoneses da Oriental: você coloca as folhas descartadas de um lado
e, cerca de 30 minutos depois, elas saem do outro, como rolos de papel higiênico. Com grandes proporções – 1,8 m de altura e 590 quilos –, a máquina
é feita para locais maiores, como empresas e escritórios. Mas, se a engenhoca, batizada como White Goat, der certo, não deve demorar para que seja
adaptada para uso residencial.

Para fazer um rolo, são necessárias 40 folhas de papel. De acordo com o fabricante, cada transformação sai por cerca US$ 0,11. Instalada em um escritório, a máquina poderia poupar até 60 árvores por ano. No entanto, o investimento inicial é alto: a White Goat sai por US$ 100 mil.  PEGN

terça-feira, 22 de junho de 2010

FLORES BALANÇAM NA BRISA PARA ATRAIR AGENTES POLINIZADORES


A descoberta ajuda a explicar por que muitas flores balançam na brisa, revelando uma artimanha, até então desconhecida, usada pelas plantas para atrair agentes polinizadores. O estudo foi publicado na revista científica "Journal of Evolutionary Biology".

Os cientistas estudavam plantas silvestres comuns encontradas na costa do País
de Gales, na Grã-Bretanha. Segundo os pesquisadores, flores que se movem são visitadas mais freqüentemente por insetos e também produzem mais sementes.

Elas também atraem uma maior variedade de espécies de insetos do que as flores estáticas. Há muito se sabe que flores usam cores vivas, fragrâncias, pétalas de formatos elaborados e néctar para atrair insetos polinizadores, como moscas e abelhas.

Até o presente, no entanto, a hipótese de que os movimentos da planta ao sabor do vento seriam também um recurso para atrair visitantes não havia sido considerada seriamente.

"Estava deitado na praia observando as flores se movendo ao vento e me perguntei por que elas tinham hastes e se arriscavam a sofrer danos em um habitat tão exposto", conta o pesquisador John Warren, da Universidade de Aberystwyth.

Warren começou a procurar pesquisas sobre o assunto, encontrou pouco material de referência. "A única referência a um movimento atraindo polinização diz que é pouco provável que seja importante, porque insetos não são bons em detectar movimento, o que é claramente besteira", argumenta o especialista.

Warren e seu colega Penn James fizeram experimentos com a planta silvestre, que cresce em Cardigan Bay, na costa oeste do País de Gales, observaram 300 flores com caules de comprimentos diferentes, registrando quanto cada flor se movia ao vento, com que frequência ela era visitada por insetos e por quanto tempo, e quantas sementes a flor produziu.

O experimento revelou que flores com caules longos e finos se movem mais ao vento e, portanto, atraem mais insetos do que as flores que crescem em caules curtos e grossos. Mas Warren diz acreditar que as flores também enfrentam um acerto de contas da natureza.

"As flores que se movimentam bastante podem atrair mais insetos, as que se movem demais acabam espantando os insetos porque eles não conseguem parar em cima delas", afirma o pesquisador. "Só as flores que se movimentam na quantidade certa têm sucesso", concluiu.

G1

INSETOS FAZEM REFORMA AGRÁRIA PARA OCUPAR PLANTAS

Insetos não utilizam a planta toda e, por isso, dividem o convívio

Se o assunto for a divisão justa do espaço, pode contar com a sabedoria dos insetos. Um estudo publicado revela que esses animais são capazes de fazer um tipo de "reforma agrária", dividindo uma mesma planta de acordo com suas necessidades para o bom convívio de todos. Uma espécie de inseto, por exemplo, pode viver em apenas uma parte de uma planta – enquanto outra atua do outro lado.

Até agora a maioria dos pesquisadores acreditava que a diversidade de plantas equivalia à diversidade de insetos que viviam nelas. A pesquisa feita com moscas-de-fruta apresentada na revista “Science” desta semana, no entanto, revela que insetos diferentes podem conviver no mesmo vegetal. Em uma das espécies de planta analisadas, nada menos que 13 espécies conviviam harmoniosamente.

De 45 espécies estudadas, apenas uma se alimentava tanto das sementes quanto das flores, por exemplo. Todas as demais se especializam em apenas uma das duas. A divisão ia ainda além em algumas que comiam apenas flores fêmeas ou apenas machos.

Os pesquisadores da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, também se surpreenderam com um grande número de espécies “escondidas”, que não davam qualquer sinal de sua presença. Para detectá-las, os cientistas precisaram fazer exames de DNA. G1

PLANTAS DETECTAM O GRAU DE SANIDADE DO SOLO

As plantas são capazes de detectar o grau de salinidade do solo e se defender dela, uma descoberta que poderia, por exemplo, se traduzir na criação de um gramado transgênico que poderia ser regado com água salgada. Segundo um trabalho dirigido pelo espanhol Armand Albert, pela revista "Molecular Cell", as plantas são capazes de desenvolver mecanismos de defesa contra as agressões externas como o excesso de sal, a ausência de água ou a falta de nutrientes no solo.

Albert, pesquisador do Instituto de Química Física Rocasolano do Centro Superior de Pesquisas Científicas, e sua equipe entendem que a descoberta permitiria, por exemplo, usar água salgada para regar os campos de golfe em áreas com escassez de água doce.

As plantas detectam e se defendem dos estímulos externos mediante um mecanismo molecular, no qual atuam as proteínas quinase e fosfatase, que se organizam para receber os estímulos ambientais e transformá-los em um sinal químico que desencadeia a resposta observada.

O excesso de sódio no solo é tóxico para as plantas e desajusta o equilíbrio entre os diferentes sais necessários para um crescimento normal. Em situações de estresse salino, as plantas devem manter as concentrações intracelulares de sódio baixas.

Para alcançar este equilíbrio, a quinase e a fosfatase colocam em andamento um transportador na membrana celular que bombeia o excesso de sódio para fora da célula, restabelecendo assim o equilíbrio salino da planta.

A importância da descoberta se deve, basicamente, à identificação da estrutura atômica das proteínas e dos determinantes moleculares que afetam o processo. Graças a esta descoberta, será mais fácil realizar uma busca sistemática de espécies naturais que apresentem alterações nessas proteínas, ou preparar vegetais transgênicos que sejam hiper-resistentes ao sal.

A pesquisa foi realizada com a Arabidopsis thaliana, mas é aplicável a outras plantas, como o arroz e a soja. G1

domingo, 20 de junho de 2010

MINI GERADORES TIRAM ENERGIA DAS VIBRAÇÕES DO MEIO AMBIENTE

Minúsculos geradores desenvolvidos na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, são capazes de produzir eletricidade suficiente para alimentar relógios de pulso, marcapassos, sensores sem fios ou diversos outros aparelhos de baixo consumo de energia.

Ao contrário das pilhas comuns, que utilizam reações químicas, ou mesmo das pilhas recarregáveis, que exigem novas cargas periódicas, os minigeradores produzem energia a partir das vibrações presentes no meio ambiente.

Estas vibrações estão presentes em quase toda parte - no andar do ser humano, por exemplo - mas são mais intensas nas áreas urbanas, onde são produzidas pelo tráfego de automóveis em viadutos e pontes ou pelo funcionamento das máquinas nas fábricas.

A geração de energia a partir de vibrações teve um impulso recente com o trabalho de cientistas da Universidade de Duke, também nos Estados Unidos, que demonstraram ser possível gerar energia a partir de vibrações de frequências variáveis - veja http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=geradores-ajustaveis-energia-movimentos-natureza&id=010115091120.

Até então, quase todos os dispositivos semelhantes apresentavam capacidades mais limitadas porque dependiam de movimentos previsíveis e regulares.

Uma borracha que gera energia e nanofios que exploram a energia mecânica do ambiente estão entre os desenvolvimentos mais promissores na área.

Os pesquisadores agora construíram três protótipos de geradores alimentados por vibração, e já estão preparando um quarto, de maior eficiência.

Nos dois primeiros, a conversão de energia é realizada através da indução eletromagnética, com uma bobina móvel, que oscila sob a ação das vibrações, ficando submetida a um campo magnético variável. Este é um processo semelhante ao dos grandes geradores que estão funcionamento em todas as usinas elétricas, qualquer que seja a fonte de energia cinética para seu acionamento.

Já o minigerador mais recente, e o menor de todos, mede cerca de 1 centímetro cúbico, usa um material piezoelétrico - um tipo de material que produz eletricidade quando sofre uma ação mecânica.

O minigerador produz até 0,5 miliwatt [500 microwatts] a partir das vibrações normais de um ser humano movimentando-se no dia a dia. Essa energia é muito mais do que o necessário para alimentar um relógio de pulso, que consome entre 1 e 10 microwatts, ou um marcapasso, que gasta entre 10 e 50 microwatts.

Pilha do Futuro

Para avaliar o potencial da tecnologia, basta imaginar se cada pilha vendida hoje no comércio funcionasse com base nesse princípio, gerando energia indefinidamente, sem precisar recarregar e com uma vida útil avaliada em décadas.

O alívio sobre a matriz energética nacional que uma grande quantidade desses minigeradores piezoelétricos poderia permitir ainda não foi calculado, mas certamente equivaleria a várias usinas.

Os minigeradores, contudo, ainda produzem significativamente menos energia do que as pilhas e terão que evoluir bastante para alimentar dispositivos maiores.

Até lá, sua aplicação principal será na alimentação de sensores, que estão se espalhando com os conceitos de edifícios inteligentes e também para o monitoramento ambiental em larga escala e de forma contínua.

"Há uma questão fundamental que precisa ser respondida, que é como alimentar os dispositivos eletrônicos sem fios que estão se tornando onipresentes," disse Khalil Najafi, que está desenvolvendo os minigeradores juntamente com seu colega Tzeno Galchev. "Há muita energia por aí, sob a forma de vibrações, que pode e deve ser aproveitada." Site Inovações Tecnologicas

ENERGIA GERADA A PARTIR DE MOVIMENTOS DA NATUREZA RIVALIZA COM BATERIAS


O que chamamos cotidianamente como "geração de energia" é na verdade um processo de conversão de um tipo de energia em outro, geralmente eletricidade.

O homem utiliza várias estratégias para gerar eletricidade, como o movimento das águas em vazão de uma represa, o movimento do vento fazendo girar turbinas eólicas, o movimento das ondas e das marés e até mesmo o movimento do corpo humano. Mas a natureza produz muitos outros tipos de "movimento" que poderiam ser explorados para a geração de eletricidade.

O desafio, contudo, está em que a natureza não trabalha em uma frequência única: ela se movimenta em ritmos extremamente variados, que vão de vibrações de alta frequência até o virtual repouso, variando de um extremo a outro em segundos.

E os geradores fabricados pelo homem - isto é, os dispositivos capazes de aproveitar os movimentos gerados pela natureza para produzir eletricidade - são basicamente "lineares", ou seja, eles são bons em capturar movimentos ritmados e constantes

Uma pessoa andando, por exemplo, é uma boa fonte de energia, mas, tão logo ela passe a caminhar mais devagar, ou sente-se para tomar um café, o dispositivo pára de funcionar e de gerar energia.

Agora, pesquisadores da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, deram um passo importante para a fabricação de geradores capazes de explorar movimentos de frequências variadas, entre os quais os movimentos do próprio ser humano e de várias vibrações presentes nos ambientes naturais.

"Usando ímãs para ajustar a amplitude de frequências nas quais nosso aparelho funciona, pudemos verificar em ambiente de laboratório que nossa abordagem não-linear supera largamente os geradores lineares," conta o pesquisador Samuel Stanton.

O dispositivo é extremamente simples, mas funciona bem o suficiente para provar que a teoria funciona. O gerador não-linear consiste em um pequeno braço oscilante, com um ímã na extremidade e interage com outros ímãs ao redor. A base do braço é feita de materiais piezoelétricos, que possuem a característica de gerar eletricidade quando são comprimidos.

Alterando a distância dos dois ímãs externos, um abaixo e outro acima do ímã preso à ponta do braço oscilante, é possível ajustar as interações do sistema com as vibrações presentes no ambiente, produzindo eletricidade na base piezoelétrica a partir de um largo espectro de frequências.

"Os resultados sugerem que essa abordagem não-linear pode capturar energia de mais frequências das vibrações presentes no ambiente," diz o professor Brian Mann, que coordenou a pesquisa. "Mais importante, sendo capaz de capturar um espectro maior de frequências, dispositivos desse tipo poderão um dia rivalizar com as baterias como fontes portáteis de energia.

As possibilidades de aplicação para o dispositivo, quando totalmente desenvolvido, são grandes e variadas.

Por exemplo, os pesquisadores já estão trabalhando em um conjunto de sensores capazes de avaliar a frequência das ondas para otimizar a geração de energia. Em conjunto com equipamentos eletrônicos de coleta de dados, geradores desse tipo poderão fornecer a energia necessária para o funcionamento de sensores de monitoramento ambiental.

"Esses sistemas não-lineares são autossustentáveis, o que os torna ideais para qualquer dispositivo elétrico portátil, que hoje usa baterias, ou que esteja em locais de difícil acesso," diz Mann.

Outro exemplo é o melhor aproveitamento dos movimentos do corpo humano, gerando eletricidade suficiente para alimentar equipamentos portáteis, como celulares e tocadores de MP3, e mesmo implantes, como marcapassos ou desfibriladores cardíacos. Site Inovações Tecnologicas

PISO GERA ELETRICIDADE PELA PASSAGEM DE PEDESTRES E VEICULOS



Ao passar sobre uma placa cerâmica embutida no asfalto, os veículos estimulam o material a produzir energia elétrica. Esta energia, então, alimenta a iluminação de placas e dos semáforos da própria rua ou estrada.

Esta é apenas uma das possíveis aplicações de uma pesquisa feita na Universidade Estadual Paulista (Unesp) que visa ao desenvolvimento de um sistema para o aproveitamento da energia cinética dos carros para a geração de eletricidade.

O trabalho começou com o professor Walter Katsumi Sakamoto, do Departamento de Física e Química da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, que utilizou sua experiência na construção de sensores de radiação e de umidade de solo para elaborar dispositivos piezoelétricos, que geram energia quando são submetidos à pressão ou torção.

Essas tecnologias têm em comum a utilização de compósitos cerâmicos nanométricos em formato de filmes. O pesquisador costumava importar alguns desses materiais, como o polifluoreto de vinilideno (PVDF), o poliéter-éter-cetona (PEEK) e o titanato zirconato de chumbo (PZT).

No entanto, para desenvolver o sensor piezoelétrico, decidiu encontrar similares nacionais. Foi quando convidou a professora Maria Aparecida Zaghete Bertochi, do Departamento de Química Tecnológica da Unesp, em Araraquara, a participar do trabalho.

"O desafio foi desenvolver um material que apresentasse boa dispersão no polímero e, para isso, precisávamos encontrar o tamanho e a dispersão ideal das partículas", conta Maria Aparecida. Bons resultados forma obtidos pela produção de nanopartículas de titanato zirconato de chumbo (PZT) preparadas por processo químico.

A fim de obter o material, o grupo de Araraquara desenvolveu um novo método de síntese para a cerâmica. O convencional, chamado de mistura de óxidos, exige altas temperaturas, além da submissão do material a um processo de moagem.

Os pesquisadores conseguiram dispensar o tratamento térmico e a dispersão em meio aquoso e obtiveram o PZT a temperaturas de 180ºC. "Nosso método também promove menor contaminação ambiental por chumbo", disse a pesquisadora.

Já o compósito desenvolvido com a matriz PEEK suportou temperaturas de até 360º C e a nanocerâmica ficou bem dispersa, formando um filme compósito bastante homogêne

O filme não precisa ficar na superfície do solo o que torna o material apto a ser aplicado em condições severas. Os pesquisadores estimam que o dispositivo se manteria operante mesmo sob temperaturas inferiores a 0º C e sob água, como no caso de uma enchente, por exemplo.

Para gerar energia, o equipamento necessita de pressão intermitente, que seria exercida pela passagem dos pneus dos veículos. Essa força provoca uma deformação mecânica no material, que produz energia elétrica.

Sakamoto colocou o novo compósito entre duas placas de acrílico. O material gerou energia toda vez que uma das placas foi apertada manualmente, o que foi comprovado com o acendimento de um led (diodo emissor de luz) conectado ao dispositivo.

"Essa tecnologia poderá gerar energia em áreas movimentadas e não somente a partir da passagem de carros, mas também de pessoas a pé", explicou Sakamoto.

Segundo ele, shoppings centers poderiam utilizar pisos especiais que transformassem os passos dos frequentadores em energia para iluminar os corredores. Algumas estações de metrô no Japão já utilizam pisos do tipo.

O advento recente das lâmpadas led, que consomem bem menos energia do que as fluorescentes e incandescentes, deverá, segundo Sakamoto, ajudar a impulsionar o uso da tecnologia piezoelétrica. "Sem contar o ganho ambiental por se produzir uma energia limpa", salientou.

"Dentro do próprio automóvel, poderíamos instalar geradores piezoelétricos que se alimentariam dos movimentos dos amortecedores, do giro dos pneus e de outras peças móveis", estima. A fonte alternativa pouparia o motor do carro, atualmente o responsável pela alimentação de seu sistema elétrico.

As aplicações são inúmeras. Um exemplo seria o no uso de compósitos em solas de sapatos, capazes de gerar energia suficiente para alimentar aparelhos celulares e outros eletrônicos portáteis enquanto seus usuários caminham.

Outro emprego da tecnologia piezoelétrica estaria na inspeção estrutural de materiais como, por exemplo, os usados na fuselagem de aeronaves. Sakamoto averiguou que o compósito foi bem-sucedido na detecção de microtrincas em placas de fibra de carbono presente nos aviões.

Ao colar o filme compósito na superfície da placa, a presença de trincas é detectada. Isso ocorre porque as fissuras emitem sinais conhecidos como ondas de Lamb. Nesse caso, o PZT percebe a interferência e gera um sinal que pode ser lido em um osciloscópio.

Entre outras possíveis aplicações desses sensores também estão a detecção de vazamentos de raios X em clínicas e hospitais e a produção de implantes capazes de estimular o crescimento ósseo guiado, o que seria muito útil em tratamentos ortopédicos e implantes dentário.

Entre os próximos desafios da pesquisa está o desenvolvimento de matrizes poliméricas mais moles, semelhantes à borracha. "Em teoria, quanto maior a deformação do compósito, maior é o sinal gerado", explicou o professor da Unesp.

Os pesquisadores procuram parceiros que se interessem em investigar novos capacitores que consigam armazenar uma quantidade maior de energia do que os modelos atuais. A nova geração desses dispositivos, apelidados de supercapacitores, é alvo das pesquisas desse tipo de energia.

Sakamoto aponta que a resposta para esse obstáculo estará mais uma vez na nanotecnologia. "O desafio será desenvolver outro nanomaterial com a propriedade primordial de acumular grande quantidade de energia em um tamanho reduzido", disse.

Fapesp

ENERGIA SUPER VERDE HIDROGÊMIO É GERADO COM SOM E ÁGUA

Cientistas criaram um novo tipo de cristal que, quando mergulhado em água, absorve as vibrações do ambiente, criando fortes cargas negativas e positivas em suas extremidades.

As cargas elétricas são suficientes para quebrar as moléculas de água ao redor, liberando hidrogênio e oxigênio.

Os cristais podem aproveitar uma espécie de poluição - o barulho e as vibrações das ruas e estradas, por exemplo - para gerar o mais verde dos combustíveis, o hidrogênio, que pode abastecer carros ou usinas elétricas liberando apenas água como resíduo.

 "Você captura energia do ambiente da mesma forma que as células solares capturam energia a partir da luz do Sol." explica o Dr. Huifang Xu, da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos.

A fotossíntese artificial é um objetivo longamente perseguido pelos cientistas. Recentemente cientistas do MIT utilizaram até um vírus para quebrar as moléculas de água e gerar hidrogênio.

Xu e seus colegas adotaram uma via muito mais simples: eles geraram hidrogênio usando uma nova variedade de cristais piezoelétricos, materiais que geram energia quando pressionados e que estão sendo largamente estudados como uma forma de gerar eletricidade a partir do movimento.

Os novos cristais, contudo, feitos de óxido de zinco, foram projetados para operaram submersos, de forma que a eletricidade que geram, em vez de ser transportada por um fio, é liberada diretamente na água, quebrando as moléculas e liberando o oxigênio e o hidrogênio. Os pesquisadores batizaram o novo fenômeno de efeito piezoeletroquímico.

Ao crescerem, os cristais assumem a forma de finas microfibras altamente flexíveis. Uma vibração, oriunda de ondas sonoras, por exemplo, é suficiente para dobrá-las, fazendo-as gerar eletricidade.

Os pesquisadores demonstraram que vibrações ultrassônicas fazem as fibras piezoeletroquímicas curvarem suas extremidades entre 5 e 10 graus, criando um campo elétrico com uma tensão suficiente para quebrar as moléculas de água, liberando oxigênio e hidrogênio.

A taxa de eficiência das microfibras de óxido de zinco atinge 18%, medida em termos de sua capacidade de converter as vibrações em energia contida nas moléculas de hidrogênio produzidas. Os cristais piezoelétricos tradicionais apresentam uma taxa de conversão de 10%.

Para aproveitar as vibrações disponíveis em cada ambiente, basta crescer fibras de tamanhos variados, que se tornam sensíveis a frequências diferentes.

Site Inovações Tecnologicas

PLANTAS GERA ELETRICIDADE

Recentemente, cientistas franceses construíram uma biocélula capaz de aproveitar um composto intermediário da fotossíntese das plantas para gerar eletricidade.

Agora, cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, foram além, e capturaram a eletricidade diretamente das plantas, sem a necessidade de uma biocélula.

A fonte da energia usada pelos pesquisadores de Stanford também é a fotossíntese.
Mas, em vez de hackearem as folhas das plantas, eles literalmente plugaram um fio nas células de algas marinhas responsáveis pela fotossíntese e capturaram diretamente o fluxo de elétrons que elas produzem.

"Nós acreditamos sermos os primeiros a extrair elétrons de células de plantas vivas," diz o Dr. WonHyoung Ryu, coordenador da pesquisa, destacando que o experimento pode ser o primeiro passo rumo à geração de bioeletricidade de alta eficiência.

Ryu e seus colegas desenvolveram um nanoeletrodo ultra fino, feito de ouro, inicialmente projetado para sondar células vivas individuais. Eles inseriram cuidadosamente os eletrodos através das membranas das células de algas. As células "abraçaram" os eletrodos, selando a membrana ao seu redor, o que as permite manterem-se vivas por algum tempo

Os eletrodos coletam os elétrons no interior das células fotossintetizadoras e os transmitem para o exterior, criando uma pequena corrente elétrica.

"Nós continuamos nos estágios científicos da pesquisa," alerta Ryu. "Nós estamos lidando com células individuais para provar que podemos colher os elétrons."

As plantas usam a fotossíntese para converter a energia da luz em energia química, que é armazenada nos açúcares que elas utilizam como alimento.

Esse processo acontece nos cloroplastos, verdadeiras usinas de força das células, onde são produzidos os açúcares e que são também os responsáveis pela cor verde das folhas e das algas.

Nos cloroplastos, a água é quebrada em oxigênio, prótons e elétrons. A luz do Sol penetra no interior do cloroplasto e excita os elétrons para um nível de energia mais alto, o que faz com que ele seja prontamente capturado por uma proteína.

Os elétrons passam por uma série de proteínas, que sucessivamente capturam mais e mais de sua energia para sintetizar os açúcares - até que toda a energia dos elétrons seja gasta.

Neste experimento, os cientistas interceptaram os elétrons assim que eles foram excitados pela luz, quando estavam em seu nível mais alto de energia.

O resultado, destacam eles, é uma produção de eletricidade que não libera carbono na atmosfera. O único subproduto da fotossíntese são os prótons e o oxigênio.

"Esta é potencialmente uma das fontes de energia mais limpas para a geração de eletricidade. Mas a questão é, será ela economicamente viável," pergunta-se Ryu.

Cada célula de alga produz 1 picoampere - uma quantidade de energia tão pequena que seria necessário plugar eletrodos em 1 trilhão de células fotossintetizadoras para gerar a energia disponível em uma pilha AA.

Ainda assim, a eficiência na conversão da energia luminosa em eletricidade atinge 20% - equivalente à das células solares fotovoltaicas. Mas os cientistas afirmam que, teoricamente, deve ser possível se aproximar dos 100% de eficiência.

O problema mais sério, contudo, é que as células morrem depois de uma hora. Os cientistas ainda não sabem se elas morrem por causa de vazamentos na membrana celular ao redor do eletrodo ou se é porque elas estão perdendo a energia que seria necessária aos seus processos vitais.

O próximo passo da pesquisa é aprimorar os eletrodos para que a célula possa viver mais tempo. Eletrodos maiores deverão conseguir capturar mais eletrodos. E cloroplastos maiores podem capturar mais energia por área. Site Inovações Tecnologicas

quinta-feira, 10 de junho de 2010

ABELHAS APÓS CONSTRUIR A COLMÉIA, ABANDONAM-NA

O maior exemplo de desapego vem das abelhas. Após construírem a colméia, abandonam-na. E não a deixam morta, em ruínas, mas viva e repleta de alimento. Todo mel que fabricaram além do que necessitavam é deixado sem preocupação com o destino que terá. Batem asas para a próxima morada sem olhar para trás.

Na VIDA DAS ABELHAS temos uma grande lição. Em geral O homem constrói para si, pensa no valor da Propriedade, tem ambição de conseguir mais bens, sofre e briga quando na iminência de perder o que "lutou" para adquirir.

"Onde estiver nosso coração, ali estarão nossos tesouros..." Assim, não pode haver paz uma vez que pensamentos e sentimentos formem uma tela prendendo o ser ao que ele julga sua propriedade. Essa teia não o deixa alçar vôo para novas moradas. E tal impedimento ocorre em vida ou mesmo após a morte, quando um simples pensamento como "Para quem vai ficar a minha casa?" é capaz de retê-lo em uma etapa que já podia estar superada. Ele fica aprisionado a um plano denso, perde oportunidades de experiências superiores.

Para o homem, tirar a vida de animais e usá-los como alimento é normal. Derrubar árvores para fazer conservas de seu miolo, também. Costuma comprar o que está pronto e adquirir mais do que necessita. Mas as abelhas fabricam o próprio alimento sem nada destruir e, ainda, doam a maior parte dele.

A lição das abelhas vem do seu espírito de doação. Num ato incomum de desapego, abandonam tudo o que levaram a vida para construir. Simplesmente o soltam, sem preocupação se vai para um ou para outro. Deixam o melhor que têm, seja para quem for - o que é muito diferente de doar o que não tem valor ou de dirigir a doação para alguém da nossa preferência.

Se queremos ser livres, se queremos parar de sofrer pelo que temos e pelo que não temos, devemos abrigar em nós um único desejo: o de nos transformar. O exercício é ter sempre em mente que nada nem ninguém nos pertence, que não viemos ao mundo para possuir coisas ou pessoas, e que devemos soltá-las. Assim, quando alguém ou algo tem de sair de nossa vida, não alimentamos a ilusão da perda. Adquirimos visão mais ampla.

O sofrimento vem quando nos fixamos a algo ou a alguém. O apego embaça o que deveria estar claro: por trás de uma pretensa perda está o ensinamento de que algo melhor para nosso crescimento precisa entrar. E se não abrimos mão do velho, como pode haver espaço para o novo?

Boletim de SINAIS - nº 6 - Figueira
Laudemir Farias, enviou esta Mensagem

CIENTISTAS RESPONSABILIZAM CELULAR POR DESAPARECIMENTO DE ABELHAS


O desaparecimento de abelhas que alarmou a Europa e a América do Norte está sendo creditado, por alguns cientistas, ao crescimento do uso dos celulares, segundo o site do jornal britânico “Daily Telegraph”.

De acordo com o site, a Grã Bretanha teve uma queda de 15% na sua população de abelhas nos últimos dois anos.

Pesquisadores da Universidade Punjab dizem que a radiação dos telefones celulares é um fator chave no desaparecimento e alegam que isso está envolvendo nos sentidos de navegação das abelhas.

Segundo o “Daily Telegraph”, os cientistas fizeram um experimento durante três meses e compararam a situação das abelhas que estavam coexistindo com os celulares com as que não estavam.

As que estavam no ambiente com radiação de celular tiveram uma queda dramática no tamanho de sua colmeia e redução do número de ovos postos
pela abelha rainha.As abelhas também pararam de produzir mel.

Folha.com

EXTERMINIO DAS FOCAS NO CANADÁ


Para continuar pescando bacalhau, Canadá estuda tirar a vida de 220 mil focas nos próximos 5 anos. Meta é evitar que as focas comam o peixe, "valioso" à indústria pesqueira. Alternativa é esterilizar fêmeas; ambas ações custarão até US$ 35 milhões.

Veja notícia completa acessando

Manifeste sua indignação!
Escreva para a embaixada canadense
e para os consulados em SP e RJ

Embaixada do Canadá
Att. Exmo. Sr. Paul Hunt
SES - Av. das Nações, Quadra 803, Lote 16
70410-900 - Brasília/DF – Brasil
Geral
Serviço Consular

Consulado Geral do Canadá em São Paulo
Att.: Exma. Consul Sra. Abina M. Dann
Av. das Nações Unidas, 12901 - 16º andar,
04578-000 - São Paulo/SP - Brasil

Consulado Geral do Canadá no Rio de Janeiro
Att.: Exmo. Consul Sr. Charles Larabie
Av. Atlântica, 1130 - 5º andar - Copacabana
22021-000 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil
Telefone (21) 2543-3004
Fax (21) 2275-219

Fisheries and Oceans Canada
Communications Branch
200 Kent Street 13th Floor, Station 13E228
Ottawa, Ontario K1A 0E6 Canada


Os servidores de e-mail destes órgãos públicos canadenses bloqueiam mensagens oriundas de alguns servidores. Por este motivo é possível que algumas mensagens sejam devolvidas, apesar dos endereços indicados acima estarem corretos.

Abaixo segue carta enviada pelo Instituto Nina Rosa à embaixada e aos consulados canadenses, além da versão em inglês para envio ao Ministério da Pesca e Oceanos, que podem servir de modelo para sua manifestação.

Senhores,

Escrevemos para manifestar nossa indignação com o plano do governo canadense para exterminar focas, a fim de evitar que estas comam bacalhaus, seu alimento natural, para que estes sejam explorados pela indústria pesqueira, conforme noticiado em http://migre.me/KNgP.

Como no caso do incentivo à caça das focas, novamente o governo canadense busca privilegiar a futilidade e a ganância humanas, colocando o valor comercial acima do valor moral, deixando de lado a compaixão e a ética.

Pedimos que corrijam este desvio moral e ambiental não interferindo no equilíbrio dos ecossistemas e abolindo a exploração de focas, de peixes e de quaisquer animais, em prol de um mundo onde a Vida seja possível.

Sem mais,
Instituto Nina Rosa – projetos por amor à vida

Gentlemen,

We write on behalf of our disapproval, regarding the canadian government's plan to terminate seals in order to prevent that they eat the codfish, their natural prey, so these can be harvested by the fishing industry, as published at http://migre.me/KNgP

Just like the promotion of seal hunting, once again the canadian government seeks to priorize the human futulity and greed, placing the commercial value above the moral value, leaving aside compassion and ethics.

We ask that you correct this moral and environmental mistake by not interfering in the equilibrium of the ecosystems and banishing the exploiting of seals, fished and any other animals, for a world where Life is possible

Sincerely,
Instituto Nina Rosa - projetos por amor à vida

Para receber este informativo, escreva para

Taty enviou esta Mensagem

segunda-feira, 7 de junho de 2010

MASARU EMOTO A ÁGUA RETÉM INFORMAÇÃO E MEMÓRIA

DEVA COM O CHACRA CORONÁRIO ATIVADO
SENDO REVERENCIADO PELO SUDITO AJOELHADO

Neste século, têm ocorrido temores na terra que geram muitas vítimas e grandes prejuízos, um após o outro. O porque deles ocorrerem, parece ser por causa de brechas no movimento ativo. Então, como eles ocorrem? E são algo imprevisível? Ou se eu posso dizer mais, eles são inevitáveis? Como uma pessoa que tem estudado a água por um longo tempo, eu gostaria de afirmar uma hipótese sobre eles, a partir de um ponto de vista da água.

Existem vária brechas ativas, tais como brechas graves e brechas suaves. E eu suponho que por haver estas brechas e devido ao deslizamento e deslizamento de brechas, têm ocorrido terremotos. Como não sou especialista em ciências geológicas, não estou certo disso, entretanto dizem que os fatores geradores das brechas são "o vento e a água". Parece que várias brechas são produzidas, em função da quantidade de água do tempo ou a intensidade e direção dos ventos que carregam a água.

Sendo assim, penso que uma previsão e/ou prevenção de terremotos, não possa ser feita, talvez por causa da pesquisa sobre a água não fora realizada ainda em quase tudo. Em outra palavras, como tenho dito, "a água retém a memória" nestes últimos 20 anos, e se este se tornar-se um sentido comum na comunidade científica, eu penso que a compreensão sobre o mecanismo dos terremotos e antecipações, irá se aprofundar mais.

Eu verdadeiramente espero e peço que os sismologistas em todo o mundo, façam um estudo sobre o tema; água e terremotos.

O que tenho dito por estes 20 anos é que "a água retém informação". E a informação que afeta a maior parte da água, é a da mente humana. Funciona como se a água fosse o espelho de nosso coração. Eu não penso que compreensão profunda da água não seja uma exceção, e acredito que o estado energético desta água, se torna como esteja refletindo a mente das pessoas que vivem no solo.

O que penso, é que um terremoto pode ocorrer devido à disparidade do nível energético das águas nas brechas. Quanto maior é a disparidade, mais forte o terremoto pode se tornar.

Houveram terremotos no Oceano Índigo, ao longo da Sumatra ou das Filipinas, e neste momento no Haiti. Se minha suposição estiver correta, eu pensaria que eles ocorreram por causa do nível energético das pessoas que vivem nestas áreas, nestes solos, e por essa razão pode ser baixo. E que o nível da energia econômica nessas áreas possa ser muito baixo. O caminho para aliviar a atual situação desastrosa no Haiti, seria doação monetária, por que o dinheiro é a energia que tem a mesma propriedade que a água.

Pos causa do nível energético da água ser baixo, ocorreu o terremoto. O melhor caminho para elevá-lo, eu penso que seria os países vizinhos e pessoas ao redor do mundo enviar dinheiro para o Haiti. É desejável que já haja movimentos sendo levado adiante, por parte das Nações Unidas, outras organizações, Estados Unidos e outros países, desde o suficiente do montante. Portanto gostaria de lhe perguntar, especialmente às pessoas que são capazes de, que por favor façam doações para organizações públicas de confiança.

Outra coisa que podemos fazer, é enviar nossas orações e pensamentos de "amor e gratidão" para pessoas e para a água no Haiti.

Atualmente, devido ao tremendo caos, logo após o forte tremor, a água no Haiti deve estar em uma forma muito feia em termos de seus cristais. Também é possível prever que ali ocorram desastres secundários, como ter luta por um pouco de água para beber.

De minha própria experiência, a vibração  melhora a imunidade ao mais alto nível. E a água está conectada às águas de outras regiões no mundo.

Masaru Emoto
Missionário da Água
Tea Lotus
Holos Saúde tealotus9.blogspot.com
enviou mensagem semelhante

domingo, 6 de junho de 2010

MÉDICOS SEM FRONTEIRAS

Este ano, quando todos os olhos estão voltados para a Copa na África, pedimos um pouco de sua atenção para outro time de brasileiros que entra em campo todos os dias, pronto para vencer: o time de Médicos Sem Fronteiras  http://www.msf.org.br/

sábado, 5 de junho de 2010

ILHAS DO PACIFICO ESTÃO CRESCENDO, NÃO AFUNDANDO

Um novo estudo geológico revela que ilhas do Pacífico que se acreditava estarem ameaçadas pelo aumento do nível do mar na verdade estão crescendo, e não afundando. As ilhas de Tuvalu, Kiribati e da Micronésia estão entre as que cresceram, devido ao acúmulo de restos de corais e sedimentos. O estudo, publicado na revista New Scientist, prevê que essas ilhas ainda existirão dentro de 100 anos.

No entanto, ainda não está claro até que ponto elas serão habitáveis. Nos últimos anos, os moradores de várias ilhas do Pacífico começaram a temer que seus países natais fossem varridos do mapa devido ao aumento do nível do mar. Mas esse estudo sobre 27 ilhas, feito ao longo dos últimos 60 anos, sugere que a maioria permaneceu estável, enquanto algumas, na verdade, cresceram.

Usando fotos históricas e imagens de satélite, os geólogos descobriram que 80% das ilhas permaneceram iguais ou aumentaram - em alguns casos, dramaticamente. Eles afirmam que iso se deve ao acúmulo de detritos de corais e sedimentos.

O professor Paulo Kench, da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, diz que as ilhas não sofrem risco imediato de extinção. "Esse prognóstico bastante sombrio para essas nações está incorreto", disse ele, um dos participantes do estudo. "Agora temos provas para sugerir que a base física desses países ainda estará lá dentro de 100 anos, então talvez eles não tenham que deixar seus países".

Mas apesar de as ilhas poderem continuar existindo, isso não significa que elas serão habitáveis no longo prazo, e os cientistas acreditam que futuros aumentos no nível do mar representem um perigo significativo para o modo de vida dos habitantes de Tuvalu, Kiribati, e dos Estados Federados da Micronésia. Um cientista em Kiribati afirma que a população não deve ser levada a acreditar que cheias e erosão da costa sejam ameaças menores. BBC do Brasil

quinta-feira, 3 de junho de 2010

HUMANE SOCIETY INTERNACIONAL MORATÓRIA BALEEIRA SOB AMEAÇA

03 de junho de 2010

Cara Neusa,

Estou escrevendo para você hoje porque meus amigos da Humane Society International e eu preciso de sua ajuda. Mais importante, as baleias do mundo precisam desesperadamente de um herói.

A Comissão Baleeira Internacional, proibiu a caça comercial à baleia por mais de 25 anos, agora pode se render a interesses comerciais da baleação: Está pronta a dar a sua bênção a caça comercial de baleias, nas águas cristalinas do Santuário, no Oceano Antártico Sul .

Nossos funcionários do governo têm o poder de parar esta crueldade. É por isso que eu estou pedindo sua ajuda: Por favor, ajude-me, envie uma mensagem para eles agora para exortá-los não apoiar um acordo que efetivamente acaba com a proibição, em vez de aplicar e fortalecê-la.

A maioria dos membros da CBI há muito compreenderam que a única maneira de salvar as baleias é proibir a caça comercial. É por isso que eles têm defendido a proibição da caça comercial à baleia que está em vigor desde 1986.

Mas este mês, mais de 80 nações se reúnem para analisar um acordo para acabar com essa proibição internacional - e se eles fizerem isso,  Japão, Islândia e Noruega, vão ter uma licença para matar baleias.  E acredite ou não, os funcionários de alguns países apoia este negócio mal-concebido e, portanto, declara aberta a temporada de caça destas criaturas majestosas, dos oceanos.

Por favor, informe aos líderes da sua nação não é hora de abandonar as baleias , que não são mais vistas como uma mercadoria comercial, mas uma parte integrante do nosso ecossistema.

A menos que você aja agora, essas nações podem aprovar um acordo de bastidores em segredo, o qual irá suspender a moratória sobre a caça comercial das baleias, décadas de esforços de conservação vai trazer de volta o risco da extinção destas espécies.

Por quê? Porque as nações não-confiáveis tais como Japão, Noruega, Islândia se recusam a obedecer o século da longa moratória terrestre.

Não podemos permitir que estas três nações possa decidir o destino das baleias do mundo. Em 1982, as nações do mundo reconheceu que as baleias não poderia sobreviver se a caça comercial continuasse.

Em 2010, as baleias enfrentam mais ameaças, nunca como antes - incluindo poluição, mudanças climáticas, perda de habitat, os ataques de navios de petróleo e exploração de gás - como alguém pode acreditar que é seguro deixar de fora os baleeiros com as suas correntes?

Em 21 de junho, a Comissão Baleeira Internacional se reunirá para decidir efetivamente a proibição da caça comercial à baleia para a próxima década.  VOCÊ pode fazer toda a diferença. 

Por favor, informe aos líderes da sua nação para que mantenha a proibição e aplicá-la .  Diga-lhes que eles devem proteger as baleias, não baleeiros.  Deixe-os saber que você quer que eles se levante e lute pela vida destes animais. Eles têm a oportunidade de ser heróis, e as baleias uma necessidade agora.
Atenciosamente,
Pierce Brosnan
Ator e ativista na defesa das baleias

 Facebook

LAMA DO MAR GERA ENERGIA PARA 1 MILHÃO DE HABITANTES

Projeto da Universidade Federal de Rio Grande reaproveitará sedimento retirado de canal portuário para gerar energia suficiente para abastecer uma cidade de 1 milhão de habitantes. Da mistura de lama, areia e resíduos orgânicos, retirada do fundo do mar, virá a energia capaz de abastecer uma cidade de 1 milhão de habitantes. Um projeto pioneiro desenvolvido no Rio Grande do Sul promete gerar energia elétrica a partir de micro-organismos presentes nos sedimentos da dragagem do canal do Porto de Rio Grande. Em cinco anos, a usina ecológica poderá chegar ao pico de 580 megawats por hora e economizar até R$ 6 bilhões.

– É a capacidade de uma termelétrica do porte de Candiota, sem a produção de gás carbônico. Uma nova fonte de energia, com grande potencial de exploração – destaca o professor Fabrício Santana

Ao lado da professora Cristiane Ogrodowski, Santana coordenadora d o estudo desenvolvido há dois anos no Laboratório de Controle de Poluição da Escola de Química e Alimentos (EQA) da Universidade Federal do Rio Grande (Furg). Marcos Satte de Amarante, Renato Dutra Pereira Filho, Henrique Bernardelli e Sérgio Przyzylski completam o grupo.

Mais do que uma fonte de energia, a iniciativa resolve um problema comum a todos os portos: o que fazer com o material dragado? As dragagens são processos para remover sedimentos que se acumulam com o tempo no fundo do mar, a fim de manter ou aumentar a profundidade dos canais portuários, garantindo o acesso seguro dos navios. Em Itajaí, Santa Catarina, é utilizado o sistema de injeção d’água, que limpa o canal e redistribui os sedimentos. Já em Rio Grande o sistema é o de sucção. Uma embarcação chamada draga suga os resíduos, descartados a 20 quilômetros da costa, em áreas de grandes profundidades.

É deste material, aparentemente sem serventia, que virá a energia elétrica, além de milhares de toneladas de areia e lama. Para isso, os pesquisadores adotam a tecnologia do micróbio elétrico (micro-organismo com capacidade de gerar eletricidade), que teve por base descobertas da década de 60, na Bélgica e nos Estados Unidos. O processo aproveita todo o sedimento retirado do canal. Areia e lama, que correspondem a 96% do material, podem ser comercializadas na construção civil. O restante, onde estão presentes os micróbios elétricos, é utilizado na produção de energia

O processo aproveita a respiração desses micróbios, que durante a queima (oxidação) da matéria orgânica liberam elétrons, captados por um condutor que gera a corrente elétrica (eletrodos). Associado ao sistema, um circuito elétrico converte a voltagem para valores comerciais tradicionais – 110 ou 220 volts.

Em pequena escala, como nos trabalhos realizados em laboratórios hoje, a quantidade de energia obtidas parece pequena. Porém, como a dragagem do Porto do Rio Grande produz 1,5 milhão de metros cúbicos de sedimentos ao ano, os números decolam. Em cinco anos, segundo a previsão do próprio porto, serão removidos 6,5 milhões de metros cúbicos de resíduos.

A materialização dessa tecnologia depende da construção de uma planta piloto para o tratamento dos sedimentos, prevista para começar no segundo semestre. Para isso, a Secretaria Estadual da Ciência e Tecnologia investirá R$ 300 mil, o porto cederá a área e mais R$ 60 mil, e a Furg subsidiará outros R$ 640 mil, pagos em horas de trabalho dos pesquisadores. No total será investido R$ 1 milhão em três anos.

– Torna o processo de dragagem sustentável. Alia geração de renda e preservação ambiental – destaca o oceanólogo Lauro Calliari, estudioso dos sedimentos dragados expoidea.com.br/blog/