sábado, 31 de dezembro de 2011

CAMADA DE OZÔNIO FOI VIOLENTAMENTE AGREDIDA


Envenenar a Terra é o mesmo que envenenar a Placenta, que está alimentando teu filho.

Sou um ser vivo e meu nome é Terra. Sou a casa do Homem. Sempre o acolhi e ofereci de graça, para ele: Moradia, oxigênio, água e alimento.
Além de minha espetacular beleza...

O tempo passa e não sou honrada. Deus criou-me e abençoou-me. O homem foi formado do meu pó... Bem depois de mim! Deus entregou-me por herança ao homem. Como cuida de sua velha mãe, o homem deveria cuidar melhor de mim. Só tenho recebido abandono, desprezo, desamor e pouca importância.

Tudo o que consigo gerar, é para o uso humano e para outros seres que abrigo. Mas o homem é mesquinho, egoísta e quer ser o dono de tudo. Agride-me, fere-me e toma de mim, todas as minhas riquezas. Deixa –me cicatrizes profundas. A mina de diamantes, Leste da Sibéria [Rússia] fica próximo da cidade de Mirny. Tem 525 metros de profundidade e 1,25 km de diâmetro.

O petróleo é arrancado de minhas entranhas e isto só me enfraquece. Poços são abertos e incendiados, com intenções vergonhosas e sádicas.

O homem espalhou sobre mim, uma manta negra chamada asfalto. Com ela, não consigo transpirar como outrora. Sinto-me sufocada, febril e doente. Este cobertor de asfalto tem me dado muito calor. Não consigo tirá-lo, para refrescar-me.

Arrancaram minhas vestes e me desnudaram. Minhas matas e florestas estão sendo destruídas, adulteradas e saqueadas. Vejo parte de minhas cicatrizes... A assolação estendeu-se sobre meu corpo. Lançaram fogo sobre minhas vestes... Poucos correm para socorrer-me. Muitos estão cegos e insensíveis. Observam-me agonizando, enquanto contam seus lucros insaciáveis.

Estou sendo vergonhosamente atacada e dizimada, pela implacável crueldade humana. Antes, minha chuva molhava as plantações. Agora a chuva ácida, é provocada pelo homem, exterminando minhas vegetações.

Hidrelétricas possantes são construídas. Mas, a fauna, flora e rios, são sacrificados... As águas dos rios e dos mares, formam o meu sangue.

A camada de ozônio, minha proteção natural a teu favor, foi violentamente agredida.

Asfixiam-me com detritos e gases [monóxido de carbono]. Pequenos atos de educação, não jogando papel no chão, ou lixo nos córregos, já me ajudariam.

A poluição desenfreada, me contamina e me envenena, lentamente. Muitos seres estão pagando, com a própria vida. O homem pensa muito, em si mesmo.

Sinto-me sozinha e indefesa. Bombas atômicas são explodidas impiedosamente. Testes nucleares são constantemente realizados sobre mim. Mísseis e outros artesanatos nocivos são desenvolvidos, com a intenção de matar.

Minha superfície e biosfera, estão desequilibradas. Já não sou a mesma jovem do passado, sinto-me fraca. Não consigo mais controlar minhas reações. As vezes tenho tremores e sinto calores intensos, que não consigo esconder.

Degelo, aquecimento global e enchentes, são alguns sinais das enfermidades, que lançaram sobre mim.

Percebo que o homem realmente, não gosta de mim... É insensível aos meus tremores. Não ouve os meus gemidos e soluços. Mas, preciso gritar bem alto!

O homem não está percebendo minhas lágrimas... Minha voz está presente em meus sinais silenciosos...

Sou uma das pequenas engrenagens do Universo. Observo inúmeros objetos lançados pelo homem, formando ao meu redor, o lixo espacialDepois não reclamem, não exijam nada de mim...

O homem acendeu uma bomba relógio contra si. "Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará." Gálatas 6 : 7

Existem muitas bandeiras, que devem ser respeitadas, não é? Existem muitas leis... E eu [a Terra], que te alimento e te carrego no colo, de dia e de noite... Tenho algum direito?

Ouça meus últimos gritos: .. Socorro! Ajuda-me! .. . Ainda dá tempo... Não me deixe ficar estéril. Tenho um compromisso contigo. . . . Mesmo ferida... . Preciso produzir grãos e alimentos. Para que possas viver! Esta é a tarefa que recebi de Deus: Cuidar de Você! Com proteção e Amor!

O Homem perdoará, às vezes.
A NATUREZA , não perdoará NUNCA

http://www.slideshare.net/

MINA DE DIAMANTE SERÁ TRANSFORMADA EM CIDADE SUSTENTÁVEL


A segunda maior mina já escavada pelo homem, em Mirny, no leste da Sibéria, tem cerca de 550 metros de profundidade e um quilômetro de diâmetro. Em breve essa área inutilizada será renovada por uma empresa de arquitetura da Rússia.

O Estudo de Arquitetura Russo (AB Ellis) acaba de tornar pública a ideia ambiciosa de transformar esta mina desativada em uma cidade subterrânea. A Eco-City 2020 pretende dar vida às regiões de condições metereológicas extremas tanto de inverno quanto de verão como as da Sibéria. O projeto, como o próprio nome diz, deverá ser entregue em 2020.

A mina de Mirny é a segunda maior cratera escavada pelo homem, trata-se de uma antiga mina de diamantes a céu aberto. Os planos recentemente revelados desta enorme cidade, contruída para ser ambientalmente correta, certamente vai chamar atenção dos ambientalistas.

Se a Rússia é conhecida por suas bombas, este novo projeto certamente vai renovar sua imagem. Esta cidade terá uma cúpula de vidro para cobri-la e para manter a temperatura constante durante todo o ano e proteger a metrópole dos invernos congelantes da Sibéria que chegam a atingir a temperatura de - 40º C. Esta proteção de vidro também está programada para ser coberta por células fotovoltáicas avançadas, capazes de coletar grande quantidade de energia solar para geração de energia.

De acordo com estimativas da empresa, a cidade verde pode atrair turistas e acomodar até 100 mil pessoas e casas de nível residencial. Todo o complexo se construiria na vertical, em três níveis principais, ao redor de um grande núcleo central, que abrigaria a maior parte das infraestruturas como fazendas verticais, florestas e áreas de lazer bem como o centro de investigação. A área residencial ficaria no primeiro nível e teria terraços exteriores com vistas para um bosque no centro da cidade, criando assim, um ambiente com total harmonia com a natureza construída. O deslocamento de um nível para o outro seria todo na vertical. A prioridade da Eco-City 2020 é a qualidade de vida dos habitantes. Com regras ambientais rígidas, tudo o que for porduzido ali será ambientalmente sustentável e reciclável.

A ideia de criar uma cidade como esta surgiu da necessidade de recuperar uma área devastada, sem utilidade e totalmente improdutiva com condições metereológicas extremas. A Eco-City 2020 será um exemplo mundial de recuperação e um incentivo aos esforços ambientais que o governo Russo está fazendo para recuperar a Sibéria, região de grande diversidade ambiental maltratada pelo governo socialista do Kremlin durante a guerra fria.

ciclovivo.com.br

A ÁGUA DOS OCEANOS TEM SIDO TRAZIDA A BORDO DE COMETAS



Observações do cometa Hartley 2 pelo telescópio espacial Herschel deram novas pistas que reforçam a teoria de que os cometas abasteceram uma parcela significativa dos oceanos da Terra.
 
Os cientistas acreditam que os oceanos da Terra se formaram cerca de 8 milhões de anos depois que o próprio planeta.
 
Nenhuma teoria para explicar a origem da água, surgindo espontaneamente na Terra nascente. Por isso os cientistas têm estado mais confortáveis com a ideia de que a água dos oceanos tenha sido trazida de algum outro lugar, a bordo de cometas - embora ninguém nunca tenha sugerido a fonte dessa água ou mesmo tenha calculado quantos cometas tenham que ter caído aqui para trazer tanta água.
 
"A vida não existiria na Terra sem água em estado líquido, e assim, as perguntas de como e quando os oceanos vieram parar aqui é uma questão fundamental", disse Ted Bergin, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. "É um grande quebra-cabeças e essas novas descobertas são uma peça importante. "
 
Medições realizadas pelo instrumento HiFi a bordo do Herschel indicam que o gelo no cometa Hartley 2 tem a mesma composição química dos oceanos.
 
Ambos têm uma taxa D/H semelhante - a relação D/H é a proporção de deutério, ou hidrogênio pesado, em relação ao hidrogênio comum. Um átomo de deutério é um hidrogênio com um nêutron extra em seu núcleo.
 
Esta é a primeira vez que água similar à dos oceanos foi detectada em um cometa.
Outros seis cometas rastreados com o mesmo instrumento nos últimos anos apresentam uma relação D/H muito diferente dos nossos oceanos, o que significa que tais cometas não poderiam ter sido responsáveis por mais do que 10 por cento da água da Terra.
 
Os astrônomos supõem que o Hartley 2 tenha-se formado em uma parte diferente do Sistema Solar. Ele provavelmente se formou no Cinturão de Kuiper, que começa perto de Plutão, enquanto se acredita que os outros seis se formaram na Nuvem de Oort, uma nuvem hipotética que se acredita existir a cerca de um ano-luz do Sol.
 
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CATARATAS DO IGUAÇU A MAIOR FÁBRICA DE ARCO-ÍRIS DO MUNDO

O arco-íris não precisa de chuva para nascer

As fábricas geradoras mais eficientes são as cachoeiras. Quem vai às Cataratas do Iguaçu em um belo dia ensolarado, recebe um presente adicional da natureza: uma coleção de arco-íris. Os ingredientes para o fenômeno são simples: luz solar e gotas de água.

A luz do sol que bate na água pulverizada ajuda a manter um constante arco-íris nas diversas cachoeiras do rio Iguaçu.

Quase todas as quedas das majestosas Cataratas do Iguaçu criam elegantes arcos multicoloridos a qualquer hora do dia. O importante é a posição do sol – que deve estar sempre nas costas – e do chuvisco de água, à frente do observador.

Quando a combinação de luz e água é perfeita, o fenômeno cria uma segunda curva, um pouco mais acima. É o resultado da reflexão dupla da luz nas gotas de água. Extasiado pelo prodígio natural, descubro que a sequência das cores no arco adicional, mais tênue, está invertida. No arco-íris principal, o vermelho (que possui uma onda de luz mais longa) situa-se no exterior e o azul no interior. Já no arco secundário, as posições estão trocadas.

Um duplo arco-íris nos saltos Mbigua e Bernabé Mendez,
do lado argentino das Cataratas do Iguaçu.
O segundo arco (mais alto) leva as cores na ordem inversa

A Mata Atlântica que rodeia os saltos está, a cada década, mais saudável e protegida. Até a qualidade da água parece ter melhorado. O que varia é o fluxo e a cor do rio Iguaçu. Durante a cheia, a água fica mais barrenta; quando a corrente é menor, é esverdeada. Nessa época do ano, a água está clara e aproveito os dias de sol para dar um objetivo adicional à minha jornada: identificar os melhores lugares para fotografar arco-íris nas cataratas.

O Parque Nacional do Iguaçu é o mais visitado do Brasil. Em 2008, mais de um milhão de pessoas avistaram as cataratas do nosso lado. Mas os pontos de observação são limitados pela nossa geografia e os turistas acabam se amontoando nos lugares clássicos: a plataforma perto do Hotel das Cataratas, o salto Santa Maria e o caminho que leva até essa cachoeira.

O Santa Maria é um dos poucos saltos nacionais. A melhor vista é da passarela construída sobre um trecho do rio. Estou de frente para a cachoeira e o sol está nas minhas costas. Sinto na face o vento criado pela força da queda d’água. Essa brisa molhada é o componente essencial para a criação de mais um arco-íris. A curva colorida vai de uma ponta à outra, cruzando o salto.

Ando na passarela e o fenômeno ótico segue meus passos. Se a intensidade da névoa diminui, o vigor das cores também desvanece. Escolho o momento e local ideal para registrar aquilo que apenas meus olhos enxergam. O arco-íris é uma ilusão ótica e não algo palpável. O ângulo de visão sempre é pessoal e único, diferente daquele da pessoa que está a seu lado.
Um arco-íris cruza todo o Salto Santa Maria,
a cachoeira brasileira mais visitada.
O sol precisa estar sempre atrás do observador

Para ser completa, a visita a esse Patrimônio Mundial precisa incluir o Parque Nacional Iguazú, na Argentina. Como o fluxo principal do rio – aquele que define legalmente a linha da fronteira – corre mais próximo ao Brasil, em nosso território ficamos apenas com uma sequência curta de cachoeiras de 500 metros de extensão, que vai do Salto Santa Maria à Garganta do Diabo. Os argentinos não só possuem uma fileira semelhante de cataratas na outra margem do cânion do Iguaçu, como também um grande complexo de cachoeiras ao redor da ilha San Martin, um quilômetro adiante. Calculei, com ajuda do Google Maps, que quase 70% das águas despencam do lado do vizinho.

Quanto mais água e luz, melhor para minha caça aos arco-íris. Visito o Salto Bossetti ao meio-dia e a posição do sol cria um arco colorido embaixo das águas, como se estivesse recebendo a enxurrada. Encerro a tarde com chave de ouro, na plataforma da Garganta do Diabo. O sol ilumina o coração das cataratas e estou no eixo correto fonte de luz–observador–água. O vigor das quedas não cria apenas a brisa necessária para um constante arco colorido, mas molha todos os visitantes.
Um longo arco-iris, fotografado no país vizinho,
divisa entre Brasil e Argentina

É fácil perceber porque as Cataratas do Iguaçu atraem tanta gente. Qualquer uma das cachoeiras, se isolada, seria considerada uma visita obrigatória. Imagine encontrar 275 diferentes! É um lugar que clama por superlativos, onde a beleza da natureza e a força da água inspiram qualquer pessoa. Tudo aqui é muito intenso e grandioso. A única coisa bem pequena somos nós, seres humanos.

colunas.revistaepoca.globo.com

USINA PARA GASEIFICAR BAGAÇO DE CANA DE AÇÚCAR


O Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT) irá construir uma usina-piloto de processamento de bagaço de cana-de-açúcar.
 
A usina, que pretende dar um destino mais nobre ao material hoje queimado, deverá não apenas gerar energia elétrica, como substituir plásticos derivados do petróleo.
 
A usina deverá entrar em atividade em três anos no município de Piracicaba, no interior de São Paulo, e servirá de modelo ao setor sucroalcooleiro.
 
O projeto da usina foi apresentado ao ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e ao vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos. Os governos federal e estadual, juntamente com empresas privadas, vão investir R$ 110 milhões na construção da planta-piloto.
 
A ideia do projeto é testar a eficiência da tecnologia de gaseificação do bagaço da cana-de-açúcar.
 
Na gaseificação, o bagaço é posto em uma caldeira e queimado por uma espécie de maçarico gigante. Da queima é gerado um gás, chamado gás de síntese.
 
O gás de síntese terá três aplicações práticas: geração de energia elétrica, produção de biocombustível líquido (etanol) e como precursor de biopolímeros, que são os monômeros de produção do plástico.
 
Esse processo já é conhecido pelos pesquisadores brasileiros, mas ainda não é aplicado em grande escala. A usina do IPT será a primeira a fazer isso com um grande volume de bagaço de cana.
 
Se o potencial for comprovado, especialistas estimam que o Brasil "ganharia uma nova Itaipu" só com o aumento da produtividade das usinas.
 
"O processo pode triplicar o potencial de geração de energia das usinas", afirmou o diretor superintendente do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), Nilson Zaramella Boeta. "Seria uma outra Itaipu produzindo energia."
 
Em 2009, por exemplo, o Brasil colheu 650 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. Essa quantidade gerou 210 milhões de toneladas de biomassa. Segundo o IPT, caso essa biomassa fosse gaseificada, geraria R$ 24 bilhões em energia elétrica.
 
Para Mercadante, o projeto da usina piloto é importante porque trata de um setor no qual o Brasil é líder, o sucroalcooleiro, e também de uma tecnologia sustentável. Segundo o ministro, a usina potencializará a produção da energia com o emprego do bagaço da cana. "Em vez da queima, vamos ter o uso para produção de energia limpa."
 
O vice-governador Afif Domingos ratificou o apoio do governo paulista à iniciativa. Disse que o projeto é importante e segue uma linha que deveria ser exemplo para outros centros de pesquisa do país. "A aproximação da ciência com interesse de empresas é sinônimo de inovação. É isso que perseguimos."

IPT

BIO-ÓLEO BIOASFALTO VERDE ÓLEO VEGETAL

 
Ao estudar os efeitos da adição de óleo vegetal ao asfalto comum, um engenheiro norte-americano pode ter descoberto um asfalto verde, um possível substituto para o asfalto à base de petróleo.
 
O professor Christopher Williams, da Universidade do Estado de Iowa, estava testando composições capazes de aguentar melhor as intensas variações de temperatura a que os asfaltos estão sujeitos, sobretudo no Hemisfério Norte, com nevascas severas onde não nevava há anos, e verões que batem recordes de temperatura ano após ano.
 
Mas o resultado foi muito melhor do que o esperado - o asfalto não apenas assimila uma parcela maior de bio-óleo do que o esperado, como também sua qualidade aumenta muito, em condições de rodagem e em durabilidade.
 
Nasceu então o bioasfalto, cujos primeiros testes começaram a ser feitos neste mês. Os ganhos começaram a ser verificados já na aplicação, uma vez que o bioasfalto pode ser aplicado a uma temperatura menor do que o asfalto tradicional de petróleo.

Como esses primeiros testes serão focados na durabilidade e na resistência às variações de temperatura, os pesquisadores escolheram uma ciclovia na própria universidade como laboratório.

O monitoramento sobre o bioasfalto será feito durante um ano, para cobrir todas as estações.

O professor Williams afirma que o bioasfalto permite que a mistura à base de petróleo seja substituída parcialmente por óleos derivados da biomassa de diversas plantas e árvores.

O bio-óleo utilizado no bioasfalto é criado por um processo termoquímico chamado pirólise rápida, no qual talos de milho, resíduos de madeira ou outros tipos de biomassa são aquecidos rapidamente em um ambiente sem oxigênio.

O processo produz um óleo vegetal líquido que pode ser usado para a fabricação de combustíveis, produtos químicos e asfalto.

O processo gera ainda um produto sólido chamado biocarvão - um carvão vegetal - que pode ser usado para enriquecer os solos e para remover gases de efeito estufa da atmosfera.

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PNEUS MATÉRIA PRIMA É O AÇÚCAR COMUM,



Você gostaria de usar um pneu verde em seu carro?
Mas não se preocupe com a estética, uma vez que o verde refere-se a ambientalmente correto.

A Goodyear e a Michelin uniram-se com empresas do setor de biotecnologia para desenvolver novas matérias-primas para pneus - matérias-primas que sejam totalmente renováveis. E a escolha está recaindo sobre o açúcar - logo, os pneus ambientalmente corretos serão não apenas verdes, mas também doces.

Os primeiros protótipos desses "bio-pneus" já estão prontos e em testes, embora as empresas afirmem que ainda levará de 3 a 5 anos para que eles cheguem ao mercado.

A principal matéria-prima para os pneus é o petróleo, embora utilize-se também a borracha natural, que é renovável - gasta-se cerca de 30 litros de petróleo para fabricar um pneu de um carro médio.

A Genencor, empresa de biotecnologia parceira do projeto, desenvolveu micróbios que imitam o processo natural que a seringueira usa para produzir o látex.

Esses micróbios usam como matéria-prima o açúcar comum, produzindo um composto químico chamado isopreno, hoje um derivado do petróleo.

Trocando alimentos por pneus
A notícia não é boa para o mercado de etanol no Brasil.
As usinas geralmente optam por fabricar açúcar em vez de álcool por ser o açúcar uma commoditie internacional, cotada em dólar, enquanto o etanol tem um mercado predominantemente doméstico.

Uma maior demanda por açúcar deverá exercer uma pressão de alta no mercado internacional do produto, reforçando a necessidade do desenvolvimento do chamado biocombustível de segunda geração.

A iniciativa das empresas também deverá encontrar resistência por competir com os produtos alimentícios.

Enquanto, no Brasil, o etanol compete com o açúcar, nos Estados Unidos o biocombustível é feito sobretudo à base de milho.

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sábado, 10 de dezembro de 2011

ENERGIA DO AR ONDAS ELETROMAGNÉTICAS DO AMBIENTE VIRAM FONTE DE ENERGIA

 
Antenas, projetadas para captar diversos comprimentos de onda, impressas sobre plástico ou papel.
 
Estamos literalmente mergulhados em um mar de ondas eletromagnéticas. Rádios, TVs, telefones celulares, redes de computador, satélites artificiais e uma infinidade de outros equipamentos emitem essas ondas continuamente.

Agora, um grupo de pesquisadores desenvolveu uma forma de coletar essa energia do ar, transformando-a em eletricidade pronta para ser usada em outros equipamentos.

É mais um elemento da chamada "colheita de energia", um conceito que vem chamando a atenção dos pesquisadores pela possibilidade de extrair energia do meio ambiente, disponível na forma de luz, vibrações, calor - e ondas de rádio.

Captando energia do ar
Para coletar a energia das ondas eletromagnéticas do ar, a equipe do Dr. Manos Tentzeris, da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, criou um novo tipo de antena.

As antenas foram fabricadas por uma técnica de impressão por jato de tinta, que aplica tintas condutoras sobre plástico ou papel. Isso permitirá que as antenas sejam construídas junto com o aparelho que deverão alimentar.

Com uma banda ultra-larga, a antena permite captar uma grande variedade de sinais em diferentes faixas de frequência, o que aumenta a capacidade de captação das ondas

No estágio atual, elas são capazes de captar energia da faixa de frequência das rádios FM até a frequência dos radares - de 100 megahertz (MHz) a 15 gigahertz (GHz).

Na faixa de frequência de TV, os testes mostraram uma capacidade de "colheita" de várias centenas de microwatts - com a antena de colheita de energia posicionada a 500 metros da antena da estação de TV.

As antenas multibanda podem gerar até um miliwatt, o que é suficiente para alimentar circuitos miniaturizados ou sensores sem fios. Ou podem ser usadas para alimentar circuitos menores com mais segurança, uma vez que a antena captará energia de outras faixas de frequência quando uma delas for interrompida ou diminuir de potência.
Uma das antenas e o circuito eletrônico
utilizado para aproveitamento da energia que ela capta

Transformar ondas eletromagnéticas em energia

O processo de captar ondas eletromagnéticas e usá-las para alimentar um circuito não é novo: ele está na base do funcionamento das etiquetas RFID, por exemplo.

Essas chamadas etiquetas inteligentes não possuem baterias: sua antena capta a energia do leitor que está querendo ler seus dados e usa essa energia para "acordar" seu circuito, fazê-lo funcionar e transmitir de volta a informação solicitada.

A ideia do Dr. Tentzeris é fazer isso em maior escala, criando fontes de energia versáteis que possam ser usadas para alimentar qualquer pequeno aparelho, incluindo sensores, microprocessadores e chips de comunicação.

Segundo ele, usando supercapacitores e operação cíclica, será possível, numa próxima etapa, alcançar uma capacidade de geração na casa dos 50 miliwatts.

Geração híbrida
O dispositivo de colheita de energia poderia ser usado sozinho ou em conjunto com outras tecnologias de geração.

Por exemplo, a energia coletada das ondas eletromagnéticas do ar poderia ajudar um painel solar a carregar uma bateria durante o dia.

À noite, quando as células solares não fornecem energia, a energia coletada continuaria a aumentar a carga da bateria ou impediria sua descarga.

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USINA HÍBRIDA DE ENERGIA LIMPA É INAUGURADA NA ALEMANHA



A empresa Enertrag, da Alemanha, inaugurou a primeira estação geradora de energia híbrida. A estação reúne todas as principais formas de energia alternativa atualmente sendo pesquisadas no mundo todo.

Isso inclui energia eólica, energia solar e hidrogênio, além de um sistema de armazenamento para evitar as oscilações típicas dessas fontes, mantendo o nível de fornecimento para os consumidores 24 horas por dia.

O objetivo é que a energia gerada nos momentos de ventos bons seja armazenada na forma de hidrogênio, que tanto pode ser consumido diretamente em células a combustível de veículos elétricos, como ser usado para gerar eletricidade para abastecer a rede elétrica comum.

A usina híbrida, que já está conectada à rede de distribuição, possui três turbinas eólicas de 2 MW, uma planta de biogás de 1 MW e um eletrolisador capaz de gerar 500 kW de hidrogênio (120 metros cúbicos por hora).

Dois compressores se responsabilizam por comprimir até 60 metros cúbicos por hora de hidrogênio a uma pressão de 435 psi em cinco tanques, com uma capacidade total de 1.350 kg de hidrogênio.

Tanto o hidrogênio quando o biogás são usados para alimentar uma planta combinada para geração de calor e energia, com capacidade de 350 kW-elétricos e 340 kW-termais.

Localizada nas proximidades do aeroporto de Berlim, a usina híbrida, de fontes totalmente alternativas e renováveis, custou US$30 milhões.

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

CONVERSOR PARA LIGAR PAINÉIS SOLARES Á REDE ELÉTRICA


Ernesto Ruppert Filho e Marcelo Gradella Villalva ao lado do primeiro conversor eletrônico brasileiro capaz de conectar painéis solares diretamente à rede elétrica.

Engenheiros da Unicamp criaram o primeiro conversor eletrônico brasileiro capaz de conectar painéis solares diretamente à rede elétrica, o que deverá inaugurar uma nova etapa no aproveitamento da energia solar no país.

O conversor eletrônico de potência trifásico tem um grau de eficiência de 85%. Os primeiros testes foram realizados entre dezembro e janeiro no Laboratório de Hidrogênio (LH2) da Unicamp, onde já funciona uma planta-piloto de geradores alternativos conectada à rede da CPFL Paulista.

De acordo com Ernesto Ruppert Filho, que desenvolveu o conversor juntamente com seu colega Marcelo Gradella Villalva, não se tem notícia até o momento de nenhum outro conversor eletrônico similar no Brasil.

O protótipo foi testado com êxito numa instalação de painéis solares com capacidade de 7,5 kW. "Este conversor substituiu plenamente, durante o período de testes, os três conversores eletrônicos monofásicos adquiridos da empresa alemã SMA, que estão atualmente ligados a esses painéis solares", afirmou o professor.

Villalva explica que todas as fontes renováveis de energia necessitam de algum tipo de conversor eletrônico de potência para permitir o aproveitamento adequado da energia elétrica produzida.

Os painéis solares fotovoltaicos geram energia elétrica na forma de corrente contínua, diferente da rede elétrica, que possui corrente alternada. O papel do conversor é transformar a corrente da forma contínua para a alternada.

Não existem equipamentos nacionais com esta finalidade para uso com painéis fotovoltaicos, o que causa uma dependência de tecnologia importada, como é o caso dos conversores alemães instalados no LH2. "Por este motivo resolvemos desenvolver um equipamento nacional. Atingimos a eficiência de 85%, no entanto o objetivo agora é chegar aos 90% para alcançar a tecnologia alemã," diz Villalva.

Além do elevado custo dos painéis solares fotovoltaicos, ainda não se criou no Brasil a cultura da geração distribuída de energia. "Isso não foi ainda devidamente regulamentado para pequenos produtores," afirma o pesquisador. Nos países mais avançados é possível ter em casa um painel solar e um conversor eletrônico gerando energia junto com a rede elétrica.

A tendência mundial aponta para o uso de geradores alternativos - sejam solares, a células de combustível ou mesmo biogás - em escala residencial. O eventual excesso de energia gerada, depois de suprida a demanda da própria residência, poderá ser comercializada com as concessionárias de energia.

O conversor agora fabricado na Unicamp oferece o suporte tecnológico para que essa realidade possa começar a ser construída no Brasil. "Se não tivermos um produto próprio com tecnologia nacional, vamos continuar importando dos Estados Unidos e da Alemanha. Portanto, o gargalo está na tecnologia cara dos painéis, na inexistência de um mercado que force o barateamento dessa tecnologia no país e, por último, a ausência de tecnologia nacional de conversores eletrônicos."  Villalva.
Painéis solares já conectados à rede elétrica, instalados no Laboratório de Hidrogênio (LH2) da Unicamp.

Além disso, o pesquisador menciona a necessidade de uma política de incentivo às fontes alternativas de energia. Há diversos projetos de lei tramitando no Legislativo a esse respeito. Quando realmente aprovados, o Brasil terá condições de se tornar um país com uma matriz energética inteiramente à base de energia limpa.

"No estado atual, isso não existe. Existem pequenos projetos, porém isolados. Não há uma massificação da energia alternativa limpa e isso é uma coisa desejável porque dispomos de muito sol e vento", disse. A energia eólica no Brasil tampouco depende apenas do vento.

Em nível mundial, a líder em tecnologia na área de energia solar é a Alemanha, onde já estão instalados 6.500 MW de geração fotovoltaica, o que significa metade da energia produzida pela hidrelétrica de Itaipu. Com níveis de irradiação solar superiores aos da Alemanha, o Brasil ainda tem uma geração de energia solar praticamente desprezível em sua matriz energética.

O fato de ter energia hidráulica em abundância também tem contribuído muito para a falta de investimentos em usinas de geração solar e energia eólica. Em termos de meio ambiente, contudo, a energia solar é claramente superior. A hidroeletricidade, mesmo considerada limpa, inunda grandes áreas agricultáveis e tem forte impacto sobre as populações locais.

Ruppert afirma que, na Europa e nos Estados Unidos, a utilização de geradores de energia elétrica conectados à rede secundária de distribuição por pequenos consumidores individuais já é uma realidade.

A tecnologia de pequenos conversores para painéis solares fotovoltaicos é amplamente empregada e divulgada nesses países. Consumidores são incentivados e subsidiados por agências governamentais para a instalação de sistemas de geração residenciais conectados à rede elétrica.

Painéis solares e conversores eletrônicos para a conexão com a rede são produtos facilmente encontrados no comércio e acessíveis ao grande público nos países desenvolvidos.

Além das vantagens para o usuário, que passa a gerar sua própria energia, módulos fotovoltaicos com pequenos conversores eletrônicos de potência descentralizam o processamento da energia, diminuem custos e reduzem o risco de todo o sistema elétrico.

Pequenos conjuntos de geradores fotovoltaicos podem ser instalados em qualquer ambiente em que haja incidência de raios solares, sem demandar áreas específicas, podendo ocupar telhados ou paredes.

"A integração dos painéis solares com a arquitetura predial é hoje uma prática comum e que rende bons resultados estéticos, ambientais e econômicos, pela energia elétrica gerada e pela redução dos custos de construção. Os módulos fotovoltaicos podem ser utilizados como elementos de acabamento arquitetônico, tornando seu uso ainda mais interessante", disse Ruppert.

Esses módulos podem ser instalados em quaisquer tipos de construções, como residências, condomínios, escolas, creches, hospitais e outros locais públicos, uma vez que não há grandes restrições de espaço para instalação e não há emissão de ruídos, resíduos, ou qualquer tipo de poluição.

No caso brasileiro, o professor aponta que o melhor aproveitamento da energia solar depende basicamente de dois fatores. Primeiro, da regulamentação e da atitude do governo para abraçar a geração fotovoltaica. E, segundo, do interesse da iniciativa privada em fazer os investimentos.

Jornal da Unicamp

PRIMEIRA USINA SOLAR COMERCIAL NO BRASIL


A construção está instalada na cidade de Tauá, no Ceará, e tem capacidade para produzir um megawatt.

A MPX Tauá, irá fornecer energia suficiente para abastecer 1,5 mil famílias, mas o intuito da empresa é que esse potencial aumente mais de três vezes, em breve. A expansão já foi autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Além disso, a expectativa é de que a usina gere nove mil empregos diretos.

A usina conta com 4.680 painéis, distribuídos por seus 12 mil metros quadrados. O local para a construção foi escolhido por suas condições meteorológicas favoráveis e também pelo incentivo dado pelo governo cearense, que criou o Fundo de Incentivo à Energia Solar.

Para adquirir os custos totais da construção, R$ 10 milhões de reais, a empresa contou também com um apoio financeiro do Banco Internacional de Desenvolvimento (BID).

Para a produção de energia a empresa utiliza painéis solares fabricados pela empresa japonesa Kyocera, que transformam a energia do sol em eletricidade, que posteriormente é encaminhada à distribuidora de energia Coelce, do Ceará.

G1

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

ENERGIA SOLAR USINA REFLETIDA POR 900 ESPELHOS


 
Luz solar é refletida por 900 espelhos que se movimentam como girassóis. 
Tecnologia poderia ser aplicada no nordeste brasileiro, dizem espanhóis. Um projeto gigante, que gera tanto eletricidade quanto resultados positivos para o meio ambiente, foi inaugurado no sul da Espanha: a primeira usina do mundo movida inteiramente pela energia do Sol.

No meio do terreno árido da região, a usina se destaca pela magnitude e imponência. Do chão brotam os raios que convergem no topo da torre de 160 metros, mais alta que um prédio de 50 andares. É radiação solar em estado puro, concentrada em um único ponto. Calor natural que aquece a água que corre para dentro da torre até virar vapor a 400ºC, para mover as turbinas que produzem energia elétrica sem poluir o meio ambiente. Novecentos espelhos gigantes se movem lentamente como girassóis. Nem dá para perceber a mudança de posição, mas eles estão sempre alinhados com o Sol para refletir o máximo de luz, direto para a torre de captação.

É a maior usina solar com produção de energia em escala comercial do mundo. Daqui sai eletricidade para abastecer 180 mil casas, uma cidade do tamanho de Sevilha, que fica a 30km. 

A construção ocupa uma área do tamanho de 60 campos de futebol. E custou o equivalente a meio bilhão de reais. Cada centavo saiu da iniciativa privada, um consórcio de empresas espanholas que planeja recuperar o investimento em apenas dois anos. 

“Trocamos o gás, o carvão e o petróleo pelo Sol, que brilha 240 dias por ano na região sul da Espanha. E é de graça”, diz o engenheiro responsável pela produção de energia. 

A segunda usina, ainda maior, já está em construção. Outras sete completarão o projeto da plataforma solar de Sevilha até 2014.

O plano é fornecer eletricidade para todo o sul da Espanha. E o melhor de tudo: evitar que sejam despejadas 600 mil toneladas de dióxido de carbono por ano na atmosfera.

“É um tecnologia que pode servir a sociedade, em qualquer parte do planeta”, diz o engenheiro. “Inclusive no nordeste do Brasil, onde o que não falta é Sol”. Trata-se da fonte de energia mais antiga do mundo, mas ainda considerada por muita gente um negócio do futuro. Não na Espanha, onde já é, claramente, um sucesso.

Globo.com

ENERGIA SOLAR PONTE VAI GERAR QUASE 1MW DE ENERGIA

Começou a ser construída em Londres, no Reino Unido, a maior ponte solar do mundo.

A ponte vitoriana sobre o rio Tâmisa, construída em 1886, será transformada na fundação da estação Blackfriars.

Sobre ela, a empresa japonesa Sanyo está instalando 4.400 painéis solares fotovoltaicos, criando uma usina solar capaz de gerar 1,1 MW de energia.

Os painéis estão sendo instalados na forma de um teto de 6.000 metros quadrados.

Em média, os engenheiros calculam que a ponte solar deverá gerar 900.000 kWh de energia, suprindo 50% do consumo da estação e reduzindo as emissões de carbono em 511 toneladas por ano.

Outras técnicas ambientalmente corretas que estão sendo instaladas na estação incluem um sistema de coleta de água da chuva, para uso nos banheiros e na limpeza, e "tubos solares", para captar a luz do Sol e direcioná-la para a iluminação interna.

Site Inovação Tecnológica

ENERGIA EÓLICA PONTE SUSTENTÁVEL TEM TURBINAS EM VÃO LIVRE


Uma equipe italiana de arquitetos criou um novo conceito de ponte que agrega geradores de energia eólica e solar em seu design.

O conceito batizado de Solar Wind usa o espaço existente no vão de uma ponte no sul da Itália para instalar 26 turbinas de vento, o que poderia gerar 36 milhões de kWh anualmente. Sobre a ponte, painéis solares no lugar do asfalto ficariam responsáveis por gerar 11 milhões de kWh por ano, segundo os designers.

O asfalto seria substituído por uma superfície de captação solar, já em uso nos EUA, que serve como estrada. Todo o sistema seria capaz de produzir cerca de 40 milhões de kWh por ano - energia suficiente para fornecer eletricidade para cerca de 15 mil famílias anualmente.

O projeto foi criado para um concurso que busca reaproveitar as estruturas de uma velha ponte perto de Calábria, no sul da Itália. A demolição da ponte custaria US$ 55 milhões aos cofres públicos, então o governo decidiu criar um concurso para reutilizar a estrutura de uma maneira sustentável.

A ideia do Solar Wind, que transforma a ponte em um grande parque, com espaços para que os carros estacionem para admirar a vista da costa italiana, ficou em segundo lugar.

Redação Galileu

domingo, 4 de dezembro de 2011

69% DAS EMPRESAS REJEITAM CANDIDATOS POR CAUSA DAS REDES SOCIAIS

De acordo com uma pesquisa realizada pela Reppler, uma consultoria especializada em gerenciamento de imagens nas mídias sociais, 69% dos recrutadores norte-americanos já rejeitaram um candidato devido a informações nos perfis de redes sociais como Facebook, LinkedIn e Twitter. A empresa entrevistou 300 profissionais de RH.

O estudo afirma que mentir sobre as qualificações é a principal razão pela qual os recrutadores desistiram de contratar o candidato, seguida de postagem de fotos e comentários inapropriados, como frases negativas a respeito do antigo chefe, por exemplo. A falta de habilidade em se comunicar nas redes sociais também faz parte do ranking.

O monitoramento do conteúdo compartilhado nas redes sociais deve ser constante, já que um bom perfil pode garantir uma contratação. Segundo a pesquisa, 68% dos ouvidos já contrataram um profissional devido à boa imagem passada em suas contas.

Outras razões que levaram os recrutadores a contratar após a análise dos perfis nas mídias sociais são: criatividade, boa comunicação, boas referências e prêmios recebidos pelo candidato, além das qualificações profissionais do currículo estarem inclusas em seus respectivos perfis.

A maioria dos recrutadores recorre às redes sociais no começo da seleção. 47% afirmaram que, após o recebimento do currículo, realizam uma pesquisa através dos links fornecidos pelos candidatos. O Facebook é utilizado por 73% dos entrevistados, enquanto 53% preferem o Twitter e 48% o LinkedIn.

exame.abril.com.br/

JUDEUS E MUÇULMANOS PROMOVEM AÇÕES SOCIAIS EM 26 PAÍSES

Mulheres muçulmanas e judias
conversam sobre a feminilidade no judaísmo e no islamismo

Estudantes muçulmanos e judeus norte-americanos da Universidade Rutgers
(New Jersey/EUA) se uniram a membros da comunidade da mesquita Muslim Foundation para preparar 500 refeições para pessoas sem teto e com fome. O
evento intitulado de “Povos de Abraão Unidos Contra a Fome”, foi uma das 125
ações conjuntas realizadas em 26 países, no “IV Fimde Semana de Congraçamento”. Na foto, Brian Thompson, Alina Razak e Zafar Jamil preparam refeição para pessoas carentes.

Milhares de judeus e muçulmanos em 26 países da América do Norte, Europa, Oriente Médio e África participaram do “IV Fim de Semana de Congraçamento”, promovido pela Fundação para o Entendimento Étnico (Foundation for Ethnic Understanding-FFEU) em conjunto com o World Jewish Congress (WJC) e a Sociedade Islâmica da América do Norte. Através deste projeto, criado em 2008, centenas de sinagogas, mesquitas e centros culturais promovem ações sociais conjuntas. “Almejamos construir um movimento global de muçulmanos e judeus comprometidos com comunicação, reconciliação, cooperação e entendimento. Essa histórica efusividade entre eles ao redor do mundo demonstra que não só compartilhamos da mesma fé, mas também de um mesmo destino”, explica o rabino Marc Schneier, fundador e presidente da FFEU e vice-presidente do WJC. Em fevereiro de 2012, ocorrerá na Europa o segundo encontro do Comitê de Coordenação da União entre Líderes Europeus Judeus e Muçulmanos. Em março, a FFEU receberá, em Washington, a primeira Missão Latino-Americana de Líderes Muçulmanos e Judeus (Fonte: Conib)

TURBINAS EÓLICAS INSTALADAS NO TOPO DE EDIFÍCIOS


A empresa israelense Sovna desenvolveu um novo método de produzir energia elétrica por meio de turbinas eólicas instaladas no topo de edifícios. A primeira turbina já está funcionando no prédio da própria empresa, em Tel Aviv. Outras devem ser instaladas ainda este ano em várias cidades de Israel e dos Estados Unidos. Os diretores da Sovna prevêem que, se essa tecnologia for largamente utilizada, a eletricidade gerada pelas turbinas eólicas poderá atender 3% das necessidades de uma cidade.

brasilisrael.com.br

TORRE ARMAZENA ENERGIA SUFICIENTE PARA 25 MIL CASAS

Espelhos redirecionam as luzes solares para uma única torre
apesar do movimento de rotação da Terra

O município espanhol Fuentes de Andalucía, que fica na província de Sevilha, agora tem um gerador de última geração. Esse é o primeiro sistema que fornece energia por concentração.

O equipamento possui capacidade de produzir eletricidade 24 horas por dia e de abastecer cerca de 25 mil residências.

Uma torre principal recebe e armazena as luzes solares que são captadas por helióstatos --instrumento que consegue projetar os raios do Sol para um único ponto fixo mesmo com o movimento de rotação da Terra.

A inauguração do sistema nesta terça-feira teve a presença do rei Juan Carlos 1º e do príncipe herdeiro de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, xeque Mohammed bin Zayed al-Nahyan.

EFE

SÃO PAULO TERÁ CENTRO DE PESQUISAS EM ENERGIA SUSTENTÁVEL


O Estado de São Paulo está afirmando cada vez mais sua nova feição "bio", também na área de pesquisas científicas. O estado é o maior produtor de biocombustível do país.

Agora, acaba de ser anunciada a construção de um novo núcleo focado em pesquisas em bioenergia, biomassa e sustentabilidade, que ficará sediado no campus da USP em São Carlos.

O Pólo Temático em Energias Renováveis e Meio Ambiente (Pólo Terra) ocupará uma área de 216 mil metros quadrados.

O principal objetivo do Pólo Terra será reunir especialistas das três universidades públicas do Estado de São Paulo (USP, Unesp e Unicamp) engajados em pesquisas relacionadas à geração de energia a partir de biomassa.

Esta integração pretende estimular e articular pesquisas sobre biomassa e tecnologias de transformação em biocombustíveis, além de promover e aplicar o conhecimento gerado.

Os custos do novo prédio serão bancados pelo governo estadual, que contribuirá com R$ 20 milhões, pela Fapesp, que investirá nos projetos de pesquisa, e pela USP, que providenciará os recursos humanos necessários para o trabalho prático.

O prédio já tem um projeto pronto, apresentando uma área total que envolve 216 mil m2, divididos em três blocos. Contará com um teatro principal com capacidade para mil pessoas e dois espaços de 2.700 m2 cada, destinados a eventos, e um estacionamento para 1,3 mil veículos. Este novo centro de convenções é uma forma de a USP estreitar os laços locais e regionais, servindo tanto à universidade como à comunidade.

"Será um 'prédio verde'", afirma Igor Polikarpov, professor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC). A estrutura do prédio deve estar preparada para aplicar, na prática, os princípios da sustentabilidade, constituindo um prédio ecologicamente correto.

"Teremos ventilação natural, captação de água pluvial, janelas basculantes no teto do último andar, para dispensar uso de energia elétrica, vigas de sustentação feitas de madeira, entre outras coisas. Nosso ambiente de trabalho será um reflexo das nossas pesquisas: um ambiente inteiramente renovável", refere Polikarpov.

Há uma crescente atuação das três universidades estaduais paulistas em biocombustíveis, o mesmo podendo ser observado na FAPESP, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - uma "vocação" que não deixa de ser curiosa, em se tratando do maior estado industrial do país.

Apesar dessa grande dedicação às áreas de biocombustíveis, energias renováveis e meio ambiente, os gestores das três universidades e da FAPESP acreditam que os grupos de pesquisa não estão adequadamente integrados, e "o conhecimento mútuo da pesquisa realizada nestas áreas é dificultado em grande escala pela dimensão e dispersão geográfica das instituições", segundo nota da USP.

De acordo com o coordenador geral do núcleo, Antônio Roque Dechen, o núcleo pretende implantar um programa de pós-graduação interuniversidades em bioenergia e sustentabilidade.

Estes grupos de pesquisa atuam nas mais diversas áreas relacionadas à bioenergia, que vão desde a agricultura e genética de plantas a impactos socioeconômicos e ambientais.

Devido a esta variedade de tópicos, o Pólo Terra foi estruturado em seis principais eixos, que cobrem todas as etapas da produção de energias renováveis: "Produção de Biomassa", "Genômica Funcional", "Transformação da Biomassa em Biocombustíveis", "Morfologia e Composição de Biomassa", "Processos Industriais" e "Sustentabilidade".

"Nós não queremos fazer apenas pesquisa básica", afirma Polikarpov. "Queremos também fazer pesquisa aplicada, que leve até a sociedade os benefícios daquilo que estamos fazendo." A expectativa é que as obras tenham início em 2012 e sejam finalizadas em dois anos. "

IFSC

DESERTO DE NEGUEV REFLORESTAMENTO

Israel, conhecido pelo trabalho de irrigação que vem permitindo o cultivo em regiões desérticas há mais de cem anos, está obtendo bons resultados também no esforço de deter o avanço dos desertos. As autoridades israelenses apostam no reflorestamento como alternativa para deter a marcha da desertificação rumo ao Norte do país. “Estamos nos esforçando para criar um cinturão florestal no Norte do deserto do Neguev”, explica o Dr. Nir Atzmon, presidente do Comitê “Florestas para Combater a Desertificação”.

“Creio que estamos fazendo um bom trabalho. Se não tivéssemos sucesso, em poucas décadas, áreas hoje férteis, próximas ao mar Mediterrâneo poderiam se transformar em verdadeiros desertos”, diz.

O orgulho do Dr. Atzmon é a reserva de Yatir, a maior do país (com 30 km² de área), e que foi criada em 1964, nas encostas do Monte Hebron. “A floresta de Yatir está crescendo por si própria, abriga um número cada vez maior de espécies animais e já absorve níveis de dióxido de carbono comparáveis aos das florestas européias”, afirma Nir Atzmon, que também dirige o Centro Volcani para a preservação de recursos naturais, na cidade de Beit Dagan.

Israel foi pioneiro mundial na criação de uma entidade voltada ao reflorestamento – o Fundo Nacional Judaico, ou Keren Kayemet Leisrael (KKL), nascido há mais de cem anos, seis décadas antes do próprio Estado de Israel.

O KKL foi fundamental para o desenvolvimento da tecnologia de irrigação por gotejamento, que permitiu a Israel cultivar frutas e hortaliças em áreas desérticas, potencializando ao máximo a pouca água disponível no país. Hoje, a tecnologia é aplicada em todo o mundo – inclusive no Nordeste brasileiro.

Israel ocupa, hoje, posição de liderança mundial no combate à desertificação e na conservação de recursos naturais.

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ORVALHO PARA IRRIGAÇÃO



A empresa israelense Tal-Ya Water Technologies criou um dispositivo que coleta orvalho para irrigar plantas, possibilitando o cultivo em áreas com escassez de água, além de proporcionar benefícios ambientais. Trata-se de uma bandeja feita de um composto plástico que é colocada em volta das plantas. Esse composto não se degrada sob a ação do sol, pois combina plástico reciclável com filtros ultravioletas e um aditivo de pedra calcárea.

Outro aditivo, de alumínio, permite a captação do orvalho produzido pela variação da temperatura entre a noite e o dia. Uma variação de 12 graus centígrados, por exemplo, leva à formação de uma razoável quantidade de orvalho em ambas as superfícies da bandeja, canalizando-o para a planta. “Com esse sistema, os agricultores não precisam mais se preocupar com ervas daninhas, porque as bandejas bloqueiam a luz do sol, impedindo-as de se desenvolverem”, diz Avraham Tamir, presidente da Tal-Ya. “Também usa-se muito menos água, o que traz economia, e menos fertilizantes, o que significa contaminação menor”, completa Tamir.

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CÃO MADDISON É GUARDIÃO DA CACHORRA CEGA LILY

A cachorra dogue alemão Lily ficou cega quando tinha 1,5 ano, vítima de uma doença rara que levou a uma operação para retirada dos olhos.

Sem a vista, ela foi abandonada com outro dogue alemão Maddison, deixados juntos no abrigo Dog Trust Shrewsburry, no Reino Unido.

Os ex-humanos deles alegaram que não poderiam mais cuidar de dois cães enormes. Nunca entendo isso.

Mas Maddison não deixou Lily na mão. Ele passou a andar o tempo todo ao lado dela, e, ao tocá-la, o cão indica para onde a cachorra deve ir.

E assim, nos últimos cinco anos, Lily até se esqueceu que é cega e brinca como uma cadela normal.

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